O design assinado do Brava.
No Brava, o mobiliário integra o projeto desde a sua concepção. Sob o olhar de Camila Thiesen, do Metropolitano Arquitetos, a curadoria reúne nomes do design brasileiro e peças desenvolvidas especialmente para o empreendimento, em uma composição de formas, proporções e texturas que dialoga com a arquitetura, a materialidade e a paisagem, criando ambientes de presença marcante e sofisticação sem excessos.
Uma nova escala para o hall de acesso.
No hall de acesso do Brava, a amplitude do pé-direito duplo e a presença dos grandes pilares de concreto encontram contraponto em peças que aproximam o ambiente da escala de quem o vive. A Poltrona Baixa, de Guilherme Wentz, foi escolhida justamente por sua relação próxima com o piso. Giratória e de desenho marcante, ela cria uma atmosfera mais íntima e favorece diferentes formas de estar e conversar.
Guilherme Wentz é hoje um dos principais nomes do design brasileiro contemporâneo, com uma trajetória reconhecida no Brasil e no exterior.
À frente da WENTZ, desenvolveu uma linguagem autoral que aproxima a natureza, simplicidade e funcionalidade, traduzida em peças de desenho preciso e identidade marcante. Seu trabalho integra uma nova geração do design nacional, levando uma perspectiva essencialmente brasileira para o cenário internacional.
Design em sintonia com a paisagem.
No salão de festas, a Poltrona Belo Horizonte, de Lucas Takaoka, foi escolhida pela versatilidade de seu desenho. Sem braços e com a madeira presente em sua composição, a peça dialoga com um dos materiais recorrentes nos interiores do Brava. O estofado verde cria um ponto de cor no ambiente e estabelece uma relação direta com o paisagismo.
“Escolhemos o verde para ter um ponto de cor no ambiente e também para criar uma relação com o paisagismo”, conta Camila Thiesen.
Lucas Takaoka desenvolve um trabalho marcado pela investigação da madeira e pelo cuidado com proporções, encaixes e detalhes construtivos.
Em suas criações, a tradição do fazer encontra um desenho contemporâneo de linhas precisas e leves. A Poltrona Belo Horizonte traduz essa abordagem em uma peça de presença discreta, escolhida para o Brava pela combinação entre versatilidade, materialidade e conforto.
A Poltrona Serena, do Estudiobola, também compõe o salão de festas. A peça integra a seleção de design assinado do Brava e se insere com naturalidade em um ambiente marcado pela madeira, pelo concreto aparente, pelas formas orgânicas e pela proximidade com a vegetação.
O Estudiobola construiu sua identidade a partir do desenho autoral e da simplicidade formal. Com uma pesquisa rigorosa de proporções e acabamentos, o estúdio paulista desenvolve peças que evitam modismos e tendências em busca de resultados atemporais.
A Poltrona Shell, do Estudiobola, integra o lounge do Brava com um desenho de forte presença escultórica.
O trabalho preciso com o couro transforma matéria em forma, textura e volume: seus gomos, construídos pela união de lâminas, criam uma superfície contínua e imediatamente reconhecível. Uma peça de desenho autoral que encontra no lounge uma relação natural com as formas orgânicas, os materiais e a atmosfera dos interiores do Brava.
A curadoria percorre todas as áreas comuns do Brava, reunindo também peças de Jader Almeida, Ana Neute e Roberta Banqueri, entre outros nomes do design brasileiro, ao lado de móveis concebidos especialmente para o empreendimento. Descubra mais na página do empreendimento, clique aqui.