A força do concreto. A naturalidade da madeira e da pedra. A leveza do vidro. No Brava, cada matéria encontra seu lugar para traduzir uma arquitetura inspirada na paisagem do Sul.
Antes de um espaço ser percebido por inteiro, são os materiais que começam a contar sua história. A textura de uma superfície, a temperatura da madeira, os veios da pedra, a presença do concreto, a transparência do vidro. No Brava, cada escolha participa da arquitetura e da atmosfera que se desejava construir.
Inspirado por uma arquitetura em que o sofisticado convive com o natural, o Brava combina elementos de diferentes naturezas sem excessos. Madeira, pedra, concreto, vidro e metal aparecem em equilíbrio, aproximando interiores e exteriores e criando uma linguagem que percorre todo o empreendimento. Uma materialidade que traduz, em Porto Alegre, parte do olhar que inspirou a Colla no Uruguai: uma sofisticação discreta, capaz de valorizar a autenticidade dos materiais.
Uma fachada feita de ritmo, luz e textura.
Na fachada, o Risca Carbon, da Eliane, revestimento desenhado pelo escritório FGMF, acrescenta textura e profundidade à composição. Sua superfície marcada estabelece um contraponto às linhas curvas das lajes e à transparência do vidro, fazendo com que luz e sombra também participem da leitura do edifício.
Risca Carbon
Madeira natural Tauari. Acolhimento que percorre os espaços.
Nas áreas comuns, a madeira natural Tauari aparece em paredes, pisos e forros, em tábuas de 8,2 cm de largura e 1,8 cm de espessura, fornecidas pela Forster Pisos de Madeira. A madeira participa diretamente da construção da atmosfera. No acesso e no lobby, envolve os ambientes e estabelece uma transição entre a escala do edifício e a sensação de acolhimento de uma casa. É também por meio dela que diferentes espaços se conectam visualmente, criando continuidade ao longo dos percursos. O projeto de interiores do Brava parte desse encontro entre elementos metálicos, pedra, madeira e vegetação para construir uma atmosfera equilibrada.
Madeira natural Tauari
A força natural da pedra.
No lobby, o Quartzito Calacata Lunar Polido, com 2 cm de espessura, traz luminosidade e o desenho singular da pedra natural ao piso. Em outros ambientes, o Basalto natural, da Basalto Santo Antônio, introduz uma expressão mais bruta e essencial.
São materiais distintos, aproximados por uma mesma intenção: permitir que suas características naturais permaneçam visíveis. Veios, nuances, texturas e irregularidades passam a fazer parte da arquitetura e reforçam o equilíbrio entre sofisticação e naturalidade que orienta o Brava.
Nos pilares aparentes, a matéria estrutural assume também um papel estético.
Nos pilares aparentes, a matéria estrutural assume também um papel estético. Para alcançar o resultado previsto em projeto, a execução exigiu um processo específico, desde a preparação das formas até o lançamento e a vibração do concreto.
Concreto aparente
Foram utilizadas formas cilíndricas de papelão com acabamento interno ripado, responsáveis por imprimir sua textura diretamente sobre a superfície. A concretagem foi realizada com concreto FCK 50, Classe S160, de maior fluidez, lançado de maneira gradual e controlada para garantir o preenchimento uniforme das formas e preservar o desenho desejado.
Nos pilares de pé-direito duplo do hall, com aproximadamente 7 metros de altura e 1,10 metro de diâmetro, o desafio ganhou outra escala. A concretagem exigiu acompanhamento constante e procedimentos específicos para que todo o elemento fosse executado em uma única concretagem, sem juntas ou emendas aparentes.
O resultado deixa visível o próprio processo de construir. A textura do concreto nasce da forma que o moldou, fazendo da técnica parte da expressão arquitetônica. Aparente, polido e tratado, recebe acabamento hidrofugante que preserva e valoriza sua expressão natural.
As esquadrias de alumínio Alupex, na cor Perita, e os guarda-corpos em vidro temperado incolor reforçam a leveza pretendida para o conjunto. Uma escolha coerente com a arquitetura do Brava, em que as variações de ângulo das lajes e a incidência do sol criam diferentes sombras e fazem com que cada pavimento tenha uma percepção particular.
Esquadrias que garantem leveza e transparência e conforto.
As esquadrias de alumínio Alupex, na cor Perita, acompanham a linguagem do Brava com perfis que valorizam a transparência e a entrada de luz natural. Nos dormitórios, os vidros laminados com proteção solar combinam duas lâminas de 8 mm, separadas por uma câmara de 10 mm; nos livings, o vidro laminado com proteção solar tem 12 mm. Soluções que unem precisão construtiva e conforto, preservando a leveza que caracteriza a arquitetura do empreendimento.
Esquadrias de alumínio Alupex
No Brava, cada material foi escolhido pela forma como participa da arquitetura, da experiência dos espaços e da passagem do tempo. Texturas, transparências e diferentes expressões se encontram em uma composição precisa, em que técnica e sensibilidade caminham juntas. É assim que o Brava ganha forma: nos grandes gestos da arquitetura e na precisão de cada detalhe.
Na Rua Quintino Bocaiúva, 1482, o Brava reúne apartamentos de 265 m² a 530 m², com 3 ou 4 suítes, e gardens de 324 e 375 m². Um projeto com arquitetura de Zé de Barros Lima e interiores do Metropolitano Arquitetos, pensado para quem busca espaços generosos, arquitetura autoral e um jeito singular de viver Porto Alegre. Conheça o empreendimento clicando aqui.