Quando olhamos para o Brava, vemos seus grandes vãos, as formas curvas, o concreto aparente, os revestimentos e uma arquitetura que começa a ocupar seu lugar na paisagem de Porto Alegre. Mas existe uma parte dessa construção que não se vê, nem mesmo quando o edifício está pronto. São decisões tomadas diariamente, equipes trabalhando em diferentes frentes, orientações, vistorias, checklists e um acompanhamento constante para que cada detalhe seja executado com a qualidade prevista. É nesse cotidiano que estão Milene e Rodrigo, integrantes da equipe técnica que acompanha diariamente a obra do Brava.
“Uma obra como o Brava exige técnica e cuidado em cada etapa.”
Para Milene, a escala do Brava torna o dia a dia do canteiro especialmente desafiador. Por trás de cada solução pronta, existe planejamento, escuta e um acompanhamento lado a lado de cada etapa da execução. Grandes vãos, formas curvas, concreto aparente e revestimentos exclusivos estão entre os elementos que exigem atenção especial. Em uma obra dessa complexidade, garantir a qualidade significa estar presente.
“O controle de qualidade é feito de forma constante, por meio da atenção aos detalhes, vistorias, checklists, orientações diretas às equipes e, principalmente, do acompanhamento diário, lado a lado da atividade.” Para Milene, essa rotina também passa pela organização, pela comunicação constante entre as equipes e por algo que faz diferença no dia a dia do canteiro: o bom humor.
“Nós temos que garantir o padrão de qualidade Colla desde o início da execução das tarefas.”
A qualidade se constrói desde o início.
Rodrigo compartilha dessa mesma atenção à execução. Para ele, garantir o padrão Colla começa antes mesmo de cada serviço ser realizado. É preciso orientar quem irá executar, alinhar o resultado esperado, acompanhar o trabalho e, ao final, verificar cada entrega.
Esse cuidado ganha ainda mais importância diante das particularidades do Brava. As lajes em balanço, os grandes vãos, o concreto aparente e a quantidade de detalhes e acabamentos trazem desafios próprios para a engenharia e exigem acompanhamento próximo ao longo de toda a construção.
Por trás do Brava, muitas pessoas.
Uma obra dessa dimensão é também o resultado de um trabalho coletivo. São dezenas de profissionais atuando diariamente em diferentes frentes, cada um responsável por uma parte do que, ao final, será percebido como um único edifício.
Como destaca Rodrigo, cabe à equipe técnica organizar esse movimento e acompanhar qualidade, custos, prazos e segurança, garantindo as condições necessárias para que cada equipe realize seu trabalho. É a soma de diferentes conhecimentos, responsabilidades e pessoas que transforma o projeto em obra.
Fazer parte de algo que permanece.
Para Rodrigo, participar do Brava tem um significado especial também pelo momento de sua trajetória profissional. No início da carreira como engenheiro, acompanhar um empreendimento dessa escala e complexidade representa aprendizado, realização e a oportunidade de vivenciar de perto os desafios da engenharia.
“Estar presente no Brava é uma satisfação, é uma realização pessoal. É com muito orgulho que a gente passa aqui na frente e olha tudo o que foi feito.”
Milene compartilha desse sentimento ao ver o empreendimento chegando às etapas finais. Depois de acompanhar diariamente decisões, desafios e detalhes da execução, o resultado começa a revelar a dimensão de todo o trabalho realizado. “É uma sensação de orgulho, de dever cumprido, de deixar um legado para a cidade.”
Quando o Brava estiver pronto, grande parte desse processo já não estará visível. Mas estará presente na precisão de um acabamento, no encontro entre materiais, na execução de uma curva e em cada solução que exigiu atenção ao longo do caminho. Para Milene e Rodrigo, olhar para o Brava é também reconhecer a própria participação nessa história. Para a Colla, é a continuidade de uma maneira de construir cultivada ao longo de 40 anos, feita de presença, conhecimento, cuidado e pessoas comprometidas com cada etapa.
Na Rua Quintino Bocaiúva, 1482, o Brava traduz em arquitetura um jeito de viver inspirado na força e na naturalidade do Sul. Assinado por Zé de Barros Lima, com interiores do Metropolitano Arquitetos, o empreendimento reúne apartamentos de 265 m² a 530 m², com 3 ou 4 suítes, e gardens de 324 e 375 m². Espaços generosos, materiais autênticos e uma arquitetura que encontra sofisticação na relação com a paisagem, a luz e a vida ao redor. Conheça o Brava clicando aqui.