Mansa. Um projeto que nasce do Sul, por OSPA Arquitetura.
Desde os primeiros estudos, o Uruguai esteve no centro das referências do Mansa. Não apenas por sua arquitetura, mas por uma maneira de viver em que sofisticação e simplicidade convivem com naturalidade. A discrição das formas, a autenticidade dos materiais, a integração com a paisagem e a valorização da vida ao ar livre ajudaram a construir o imaginário do projeto.
Três disciplinas, uma mesma arquitetura.
Quando arquitetura, interiores e paisagismo nascem de uma mesma ideia, cada escolha passa a fazer parte de uma linguagem única. No Mansa, a OSPA Arquitetura conduz essas três disciplinas de forma integrada, fazendo com que um mesmo conceito atravesse todo o empreendimento.
As referências do Uruguai e do pampa encontram, assim, uma expressão própria em Porto Alegre, marcada pela horizontalidade, pela autenticidade dos materiais e pela relação permanente com a paisagem. Para Guilherme Silva, arquiteto da OSPA, essa conexão com o Uruguai se revela também nas abas que marcam a volumetria do edifício, evocando a amplitude dos horizontes do pampa e das praias uruguaias.
Uma simplicidade sofisticada, traduzida em matéria.
A admiração pela arquitetura uruguaia orientou também a materialidade. A OSPA partiu do que define como uma “simplicidade sofisticada” para estabelecer uma paleta controlada: concreto aparente, madeira e vidro. Materiais que equilibram solidez, calor e transparência em uma fachada concebida para ser marcante e, ao mesmo tempo, discreta.
Os brises de tonalidade amadeirada imprimem ritmo à fachada e modulam a entrada de luz natural. Já as abas horizontais se transformam nas sacadas que envolvem os ambientes de estar e abrem os apartamentos para vistas desobstruídas. Forma, função e experiência partem do mesmo desenho.
“A arquitetura é o ornamento dele.”
É assim que Guilherme sintetiza uma das ideias centrais do Mansa. A identidade do projeto não depende de elementos adicionados para causar impacto. Está na proporção, na expressão natural dos materiais e na maneira como cada escolha se relaciona com o conjunto.
Ao falar dessa simplicidade, o arquiteto faz uma analogia com uma árvore, cuja beleza existe sem ornamentos porque cada elemento tem uma razão de ser. No Mansa, a lógica é semelhante. A sofisticação está na precisão do essencial.
Onde interior e exterior se encontram.
A integração entre as três disciplinas ganha uma expressão especialmente clara nas áreas de convivência. No segundo pavimento, arquitetura, interiores e paisagismo se aproximam a ponto de seus limites se tornarem sutis.
Carolina Souza Pinto, arquiteta da OSPA, conta que a intenção era criar uma espécie de praça elevada. Os ambientes internos se abrem para a vegetação, enquanto os espaços de convivência se distribuem em contato direto com o paisagismo. Uma forma de trazer para dentro do empreendimento a vida ao ar livre que também inspira o conceito do Mansa.
“É interior e exterior. A ideia é que seja uma praça.”
Carolina Souza Pinto, OSPA Arquitetura.
Essa relação entre interior e exterior também orienta o salão de festas, concebido em contato direto com o paisagismo. Os grandes planos de vidro aproximam os ambientes da vegetação e permitem que o espaço se estenda para a área externa, reforçando a ideia de uma convivência mais aberta e integrada à natureza.
No rooftop, a paisagem ganha outra escala. A piscina foi posicionada para aproveitar a orientação solar e as vistas para o Guaíba e o aeroporto. No lado oposto, sala de jogos e poolbar se voltam para o interior do bairro, criando uma atmosfera mais reservada. De um lado, a amplitude do horizonte. Do outro, a proximidade da Auxiliadora. Duas perspectivas de Porto Alegre incorporadas à experiência do Mansa.
Nos apartamentos, a mesma intenção aparece nas grandes esquadrias, nas sacadas que envolvem os ambientes de estar e na continuidade entre interior e exterior. São decisões que aproximam a paisagem da rotina e reforçam uma das premissas que atravessam todo o projeto: a arquitetura não termina onde começa o exterior.
Living e cozinha do apartamento.
Uma arquitetura que também olha para a cidade.
Para a OSPA, o Mansa não foi pensado apenas para quem irá morar nele. Carolina destaca a importância de sua relação com o entorno e a capacidade de um novo edifício contribuir para a evolução da vizinhança. É uma visão que reúne aquilo que os arquitetos reconhecem como essencial no projeto: materialidade, arquitetura, detalhes e relação com a cidade. Uma construção que busca qualificar a experiência de quem vive dentro, mas também estabelecer uma presença positiva para quem está ao redor.
Como resume Guilherme, “o Mansa é bonito na sua simplicidade. Ele é elegante porque não tenta ser nada além.”
Talvez seja justamente aí que a inspiração uruguaia encontre sua tradução mais precisa em Porto Alegre. Não na reprodução de uma estética, mas em uma maneira de pensar a arquitetura: natural, discreta, integrada à paisagem e segura daquilo que é essencial.
Conheça o Mansa e descubra uma arquitetura que encontra sofisticação na simplicidade, na paisagem e naquilo que realmente importa. Clique aqui para assistir ao vídeo da entrevista com os arquitetos da OSPA em nossa página do Instagram e acompanhe as novidades.